Periódico de Acesso Aberto
B1
2021-2024
quadriênio
Sensoriamento Remoto e Sociedade | v. 5 n. 1 (2024)
Fabrizio de Luiz Rosito Listo Claudia Eleonor Natenzon Danielle Gomes da Silva Listo
Informações do autor
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Publicado em março 26, 2024
A cartografia social permite a inclusão de populações locais (ex. comunidades) no processo de mapear, sistematizando e reconhecendo o seu conhecimento espacial e ambiental. Assim, o objetivo deste artigo consiste em incluir a participação popular na gestão de riscos e desastres à inundação, tomando como caso a Vila 21-24, ao sul da Cidade Autônoma de Buenos Aires, Argentina. Para tal, foram definidos 27 setores de risco, cujos moradores foram convocados para uma oficina de cartografia social visando à identificação conjunta de problemas, aspectos positivos e desejos comunitários. Os resultados mostraram 81 pontos de problemas (ambientais e construtivos) sobre praticamente todos os setores e 20 pontos de aspectos positivos. Envolver a comunidade no mapeamento de risco permite uma interação propícia, auxiliando tanto os grupos mais vulneráveis a defenderem seus direitos quanto as diferentes esferas governamentais a serem mais eficientes na redução do risco de desastres.