Periódico de Acesso Aberto
B1
2021-2024
quadriênio
Sensoriamento Remoto Aplicado | v. 3 n. 3 (2022)
Nara Tôrres Silveira Tayran Oliveira dos Santos Igor Maciel Tibúrcio Josiclêda Domiciano Galvíncio
Informações do autor
Informações do autor
Informações do autor
Informações do autor
Publicado em novembro 30, 2022
Estudar o Índice de Vegetação por Diferença Normalizada (NDVI) em bacias hidrográficas é extremamente importante, uma vez que, auxilia na gestão e consequentemente numa melhor tomada de decisão. O objetivo deste estudo foi analisar as mudanças no uso e ocupação do solo em uma área do semiárido pernambucano. O estudo apreendeu-se em três imagens Landsat 5 e 8 entre os anos de 1998, 2008 e 2018 na Bacia Hidrográfica do rio Terra Nova. No ano de 1998, foi possível observar valores de NDVI entre (0,1 – 0,4), evidenciando vegetação de cobertura “rala”. Em 2008, verifica-se NDVI com valores predominantes entre (0,1 – 0,3), apresentando vegetação de cobertura “rala” e maiores áreas de solo exposto. No ano de 2018, os valores de NDVI predominantes ficaram entre (0,2 – 0,4), classificando-se como vegetação de cobertura “rala”, se assemelhando ao ano de 1998. Os valores de NDVI apresentados evidenciam uma mudança na dinâmica da cobertura vegetal da bacia, também foi possível observar a inserção de corpos hídricos através dos reservatórios Nilo Coelho e Serra do Livramento provenientes do Projeto de Integração do rio São Francisco (PISF). Contudo, conclui-se que apesar do predomínio das áreas de Caatinga na bacia, houve uma intensificação da ação antrópica ao longo dos anos, com o crescimento das áreas agrícolas, por consequência da maior disponibilidade hídrica na região.