Periódico de Acesso Aberto
B1
2021-2024
quadriênio
Geotecnologias & Geoprocessamento | v. 5 n. 1 (2024)
Cristina Gomes de Lima Danyella Vale Barros França Quésia Duarte da Silva Ricardo Gonçalves Santana Dayana Serra Maciel
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Publicado em março 28, 2024
Um estudo geomorfológico de detalhe é uma ferramenta indispensável ao planejamento ambiental e territorial, logo identificar os níveis taxonômicos das unidades de relevo de uma determinada área é importante para compreender os tipos de uso adequados para as unidades morfológicas ali presentes. Nesta perspectiva, este trabalho objetiva identificar os níveis taxonômicos das unidades de relevo da bacia hidrográfica do rio Pimento através do mapeamento destas morfologias. Para alcançar o objetivo proposto realizou-se as seguintes etapas metodológicas: levantamento bibliográfico e cartográfico, trabalho de campo e mapeamento temático. Como resultado foram identificados e mapeados os seis níveis taxonômicos das unidades de relevo da bacia hidrográfica do rio Pimenta. Como primeiro nível tem-se a Bacia Costeira de São Luís, segundo nível o Golfão Maranhense, terceiro nível o padrão de formas tabulares e padrão em forma de colinas, o quarto nível são as formas agradacionais: praias, dunas e planície fluvial, e as formas denudacionais: colinas e tabuleiros. O quinto táxon são as vertentes do tipo planar retilínea, convergente côncavas e divergente convexas. No sexto nível identificou-se sulcos, ravinas e uma planície aterrada, considerada uma morfologia antropogênica. Conclui-se que o mapeamento dos níveis taxonômicos das unidades de relevo é fundamental para auxiliar no planejamento ambiental e territorial, bem como para contribuir na identificação e/ou recuperação de áreas degradadas sobretudo por processos erosivos, que corresponde ao sexto nível taxonômico do relevo.