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B1
2021-2024
quadriênio
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Geotecnologias & Geoprocessamento | Vol. 5 Núm. 1 (2024)
Cristina Gomes de Lima Danyella Vale Barros França Quésia Duarte da Silva Ricardo Gonçalves Santana Dayana Serra Maciel
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Atualmente é estudante do curso de Tecnologia em Gestão Ambiental da Universidade Estadual do Maranhão - Campus Coroatá. Bolsista de Iniciação Científica da Fundação de Amparo à Pesquisa e ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Maranhão - FAPEMA desde 2022, integrante do grupo de pesquisa GEOMAP (Geomorfologia e Mapeamento).
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Doutoranda em Geografia pelo Programa de Pós Graduação em Geografia, Natureza e Dinâmica do Espaço - PPEGO/UEMA. Técnica do Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos - IMESC. Foi Professora Substituta no curso de Tecnologia em Gestão Ambiental da Universidade Estadual de Maranhão, Campus Coroatá (2022) e no Departamento de História e Geografia da Universidade Estadual do Maranhão, Campus Caxias - CESC - (2021-2022). Foi Técnica do Laboratório de Geociências da Universidade Estadual do Maranhão (2016/2017 - 2019/2020). Especialista em Topografia e Sensoriamento Remoto (2023) pela FAC; Mestra (2019), Bacharela (2016) e Licenciada (2016) em Geografia pela Universidade Estadual do Maranhão, Campus São Luís. Integrante do Grupo de Pesquisa Geomorfologia e Mapeamento - GEOMAP desde 2013. Pesquisadora na área de Geografia, com ênfase em Geomorfologia, Geoprocessamento, Vulnerabilidades, Riscos e Educação ambiental.
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Doutora em Geografia pela Universidade Estadual Paulista "Júlio Mesquita Filho" Campus de Presidente Prudente (2012); mestre em Desenvolvimento e Meio Ambiente pela Universidade Federal do Ceará (2001); especialista em Gestão dos Recursos Naturais pela Universidade Estadual do Maranhão (1999); licenciada em Geografia pela Universidade Federal do Maranhão (1997); e bacharel em Geografia pela Universidade Federal do Maranhão (1995). Professora Associada I do Departamento de Geografia da Universidade Estadual do Maranhão. Docente dos cursos de graduação em Geografia, Bacharelado e Licenciatura e do Programa de Pos-Graduação em Geografia, Natureza e Dinâmica do Espaço na Uema. Os projetos desenvolvidos e publicações são nas áreas de Geografia, Geociências e Formação de Professores, com ênfase na análise de áreas de risco a inundações e alagamentos, mapeamento geomorfológico, morfologias costeiras e fluviais, hidrossedimentologia e análise morfométrica de bacias hidrográficas. Foi diretora do Curso de Geografia do Programa Ensinar - Programa de Formação de Professores da UEMA no período de 2017 a 2022. Faz parte da equipe da Startup PalmTech Biomantas e Soluções Ambientais. É coordenadora institucional do Programa de Residência Pedagógica da UEMA desde 2018.
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Mestre em Geografia pelo programa de Pós-Graduação em Geografia, Natureza e Dinâmica do Espaço da Universidade Estadual do Maranhão - UEMA (2019 - 2021). Graduado em Geografia Bacharelado pela UEMA (2013 - 2018). Atualmente exerce a função de técnico no Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos - IMESC. Foi bolsista pela Fundação de Amparo à Pesquisa e ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Maranhão - FAPEMA no IMESC, desenvolvendo atividades relacionadas aos indicadores ambientais das bacias hidrográficas maranhenses (2021 - 2023). Integrante do grupo de pesquisa Geomorfologia e Mapeamento - GEOMAP desde 2014, atuou como voluntário nos projetos relacionados à movimentos de massa, enchentes e inundações. Geografia física é a principal área de atuação, com ênfase em Geomorfologia Urbana, Desastres Naturais e Riscos Geomorfológicos. Foi bolsista de apoio técnico institucional BATI I 2017/2018 e BATI II 2018/2019, no Laboratório de Geociências do curso de Geografia, exercendo práticas relacionadas à análise física de solos.
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Mestranda em Geografia pelo Programa de Pós-Graduação em Geografia, Natureza e Dinâmica do Espaço (PPGeo) da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA). Possui graduação em Geografia Bacharelado pela Universidade Estadual do Maranhão (UEMA). Foi bolsista de iniciação científica CNPq (2018-2022) desenvolvendo pesquisas relacionadas as bacias hidrográficas, estagiária no Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (2020-2022) e integrou a equipe do Projeto de Regularização Fundiária da Secretaria das Cidades e Desenvolvimento Urbano - SECID. Atualmente exerce a função de técnica ambiental no Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos - IMESC.
##plugins.themes.gdThemes.publishedIn## marzo 28, 2024
● https://10.66205/rbsr.v5i1.146
Um estudo geomorfológico de detalhe é uma ferramenta indispensável ao planejamento ambiental e territorial, logo identificar os níveis taxonômicos das unidades de relevo de uma determinada área é importante para compreender os tipos de uso adequados para as unidades morfológicas ali presentes. Nesta perspectiva, este trabalho objetiva identificar os níveis taxonômicos das unidades de relevo da bacia hidrográfica do rio Pimento através do mapeamento destas morfologias. Para alcançar o objetivo proposto realizou-se as seguintes etapas metodológicas: levantamento bibliográfico e cartográfico, trabalho de campo e mapeamento temático. Como resultado foram identificados e mapeados os seis níveis taxonômicos das unidades de relevo da bacia hidrográfica do rio Pimenta. Como primeiro nível tem-se a Bacia Costeira de São Luís, segundo nível o Golfão Maranhense, terceiro nível o padrão de formas tabulares e padrão em forma de colinas, o quarto nível são as formas agradacionais: praias, dunas e planície fluvial, e as formas denudacionais: colinas e tabuleiros. O quinto táxon são as vertentes do tipo planar retilínea, convergente côncavas e divergente convexas. No sexto nível identificou-se sulcos, ravinas e uma planície aterrada, considerada uma morfologia antropogênica. Conclui-se que o mapeamento dos níveis taxonômicos das unidades de relevo é fundamental para auxiliar no planejamento ambiental e territorial, bem como para contribuir na identificação e/ou recuperação de áreas degradadas sobretudo por processos erosivos, que corresponde ao sexto nível taxonômico do relevo.

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